segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

OS DOZE MESES NO SERTÃO – Austregecílio Cruz(Cilim)


Foto: Junior Galdino


Fevereiro é o mês decisivo

para o homem agricultor,

quando não chove é um horror

quando chove é um lenitivo.

Lá no roçado a lavoura

Nasce e cresce vigorosa

Solta a silvestre rosa

Sua essência duradoura.

(Extraído do livro “Flôres do Seridó- Um retrato poético de Cilim”)

FRASE DO DIA

"Um povo sem conhecimento, saliência de seu passado histórico, origem e cultura, é como uma árvore sem raízes."( Bob Marley)



Foto: Junior Galdino

"O CORAÇÃO DE NOSSA CIDADE" EM REFORMA


Cartão Postal de Florânia, Matriz de São Sebastião será reformada em maio


O Padre Carlos Eduardo de Lira, pároco de Florânia, entrou em contato com o Blog na tarde desta sexta-feira (28), para anunciar que nos próximos dias estará lançando uma campanha com o objetivo de arrecadar fundos para reformar a Igreja Matriz de São Sebastião, um dos principais cartões postais da cidade.


Segundo Padre Carlos, já está sendo elaborado o orçamento, e a reforma deverá ocorrer no início do mês de maio. Dentre os principais serviços, será trocado o forro, que está com sua estrutura comprometida. Também será feita toda instalação elétrica da Igreja, além da substituição das portas e todo serviço de pintura interna e externa do prédio. Toda arquitetura será preservada, para manter a originalidade.



Os floranienses que residem em outras cidades também poderão ajudar, já que uma conta será disponibilizada para doações dos fieis. “Quero convocar toda comunidade para que de mãos dadas possamos reformar o coração de nossa cidade, que é a casa de Deus e nossa casa”, conclamou.


Por Tonny Washington (www.blogdotonny.zip.net)


Fotos: Junior Galdino

JUCURI– Segundo Câmara Cascudo


Foto: Vila Jucuri(Florânia/RN) ao fundo Serra da Mucunã - por Junior Galdino


O Jucuri é um lugar em FLORÂNIA e Mossoró. Lagoa em Santo Antônio. De iucuri, salmoura, água saturada de sal. Os indígenas não usavam, praticamente, o sal marinho e sim a lixívia de plantas, especialmente as Mimosáceas, com que obtinham uma espécie de sal.

 Foto: Planta Jucuri(raríssima de ser encontrada), por Junior Galdino


Daí chamarem ao sal juqueri, de iu-quer-i, o espinho propenso a dormir, como traduziu Teodoro Sampaio. JICURI, em Currais Novos. Juqueri em São Paulo.


O texto acima fora retirado do Livro Nomes da Terra, Câmara Cascudo, 1968.


A pequena Vila Jucuri fica a noroeste da sede do município de Florânia, bem próximo à cidade,onde seu povo, conhecido por "TRIPEIROS", mantêm os traços de seus antepassados(PORTUGUESES), sendo comum inclusive casamentos dentre integrantes da mesma família.




Foto: Vila Jucuri(entrada), por Junior Galdino

FOFOCA - A notícia que vai mudar o mundo...KKKKK

 Chega ao fim o namoro de Sabrina Sato e Fábio Faria


Sabrina Sato não está mais namorando o deputado federal do Rio Grande do Norte Fábio Faria. A informação foi confirmada por pessoas próximas à apresentadora. O casal se separou na última quarta-feira (27).

A dificuldade da dupla em encontrar tempo nas respectivas agendas para namorar foi o principal motivo do término, já que Sabrina mora em São Paulo e Fábio em Natal.


Recentemente, Sabrina e Fábio viajaram para Fernando de Noronha, no Réveillon, e para Paris, no início de janeiro. O casal estava junto há um ano e meio. Este ano, Sabrina desfilará como madrinha de bateria da escola de samba Vila Isabel, no Rio.


Fonte:site UOL


Para quem ainda não sabe: Fábio Faria (PMN) é aquele jovem deputado que no dia 28/09/2010 chegou de helicóptero, no bairro mais carente de nossa cidade, e foi recebido pelos vereadores Magnus Lopes (PR), José Enéas, o Zequinha (DEM) e Toni Júnior (PDT). O deputado obteve o 3º lugar no maior número de votos no município – 468 votos (8,09%).

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O VASCO?

Flamenguistas como Chico Ventinha, Gerson do Barraco, entre outros estão indagando: O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O VASCO? Num vai ganhar mais não é? Brincadeirinha, boa sorte aos vascaino!!!!

ISSO É COISA DOS FLAMENGUISTAS DE FLORÂNIA!!!!!

[caption id="attachment_437" align="alignleft" width="398" caption="Por Didi Toscano. Charge blogeternamenteflamengo"][/caption]

domingo, 30 de janeiro de 2011

ARREBOL NO SÍTIO BUGI.

[caption id="attachment_428" align="alignleft" width="590" caption="Por Didi Toscano. Foto: Graça Azevêdo"] 

Eu entendo a noite como um oceano
Que banha de sombras o mundo de sol
Aurora que luta por um arrebol
Em cores vibrantes e ar soberano
Um olho que mira nunca o engano
Durante o instante que vou contemplar.


Trecho da música Beira-Mar de Zé Ramalho.


Essa é mais um das lindas e maravilhosas coisas de Florânia.



MAIS UMA MARAVILHA DAS COISAS DE FLORÂNIA

[/caption]

 

 

FRASE DO DIA

Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã”. (Nicolau Maquiavel)


Foto:Junior Galdino

OPOSIÇÃO QUE NADA! O CHEFE MANDOU...

NUNCA RECLAME DO SEU EMPREGO

A FORÇA DE UM SORRISO SERTANEJO



Estávamos vindos de Lages Pintanda/RN para São Tomé/RN, pedalando sob sol forte do meio dia. Eis que, de repente, surge uma figura na beira do caminho andando lento sob o mesmo sol. Era o nosso bom e forte sertanejo que nessa foto nos presenteou com um sorriso SINCERO, porém meio escondido entre o mato seco e o suor de sua eterna labuta.


Reservamos para o leitor das COISAS DE FLORÂNIA um fragmento da obra “Vidas Secas”, onde se destaca a esperança das chuvas...


“Olhou o céu de novo. Os cirros acumulavam-se, a lua surgiu grande e branca. Certamente ia chover. E ele Fabiano, era como a bolandeira, não sabia por que, mas era. Uma, duas, três havia mais de cinco no céu. A lua estava cercada de um halo cor de luta. Ia chover. Bem, a caatinga ressuscitaria, a semente do gado voltaria ao curral, Fabiano seria vaqueiro daquela fazenda morta”. Graciliano Ramos


 Foto: Arquivo dos Calangos do Pedal/www.calangosdopedal.zip.net

sábado, 29 de janeiro de 2011

FRASE DO DIA

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” (Fernando Pessoa) 


Foto: Junior Galdino

Feiras livres: um lugar democrático

Há quem acredite que as feiras livres é coisa do passado e que em algumas cidades só trazem mais transtornos do que benefícios. A realidade mostra o engano de quem defende esta posição e prova que não inventaram um substituto à sua altura. As feiras livres são ainda imprescindíveis para o abastecimento da população e sua longevidade está plenamente garantida.              


Mantendo basicamente as mesmas características há centenas de anos, as feira têm conseguido a concorrência de modernos supermercados. Não existindo tecnologia ou eficiência nos caixas de supermercados que substituam o contato direto entre vendedores e compradores, o calor humano, as amizades que nascem do convívio semanal, entre uma barraca e outra.


 É por se manter em oposição da frieza e da falta de sociabilidade do mundo moderno e informatizado, que a feira livre tem seu lugar garantido nas ruas das cidades de todo o mundo, pois são democráticas, todos são iguais, tratados com a mesma atenção e respeito, e todos prezam essa simplicidade. Haja visto a feira do Centro Comercial de Itabuna, onde os feirantes conhecem seus fregueses, suas preferências e necessidades.



A feira livre é um ambiente onde o camponês se realiza na cidade. Amadas ou odiadas, podem até acabar, mais vai levar algum tempo. Apesar das queixas, mínimas diga-se, de quem tem uma na porta de casa e despertado, ainda de madrugada, pelo barulho dos caixotes sendo descarregados(...), com lixo espalhado pela rua, e com os transtornos do trânsito e de quem odeia as gritarias dos vendedores, não há sinais de fim da feira, mesmo porque nela o cidadão pode apreciar o frescor daqueles alimentos com direito a escolha diante de um vendedor que tem uma história de vida, pois geralmente quem planta é quem vende.


Por -Mª Amélia Andrade; Mª Gilcélia Pinheiro; Saulo Rondinelli X. da Silva


Fotos: Junior Galdino

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

 


A liberdade de expressão, sobretudo sobre política e questões públicas é o suporte vital de qualquer democracia. Os governos democráticos não controlam o conteúdo da maior parte dos discursos escritos ou verbais. Assim, geralmente as democracias têm muitas vozes exprimindo idéias e opiniões diferentes e até contrárias.


A democracia depende de uma sociedade civil educada e bem informada cujo acesso à informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível na vida pública da sua sociedade e criticar funcionários do governo ou políticas insensatas e tirânicas. Os cidadãos e os seus representantes eleitos reconhecem que a democracia depende de acesso mais amplo possível a idéias, dados e opiniões não sujeitos a censura.


A liberdade de expressão é um direito fundamental consagrado na Constituição Federal de 1988, no capítulo que trata dos Direitos e Garantias fundamentais e funciona como um verdadeiro termômetro no Estado Democrático.


Por Junior Galdino

PROTEÇÃO NUNCA É DEMAIS!

 A NOSSA PROTEÇÃO ESTÁ NO NOME DO SENHOR QUE FEZ O CÉU E A TERRA


 Foto: Junior Galdino

PARA ENXERGAR ALÉM DOS FATOS


O ESTATUTO E OS JOVENS CRIMINOSOS 

Revista Época-12-07-2010 - A cada novo episódio em que um menor de idade se envolve num crime de grande repercussão, um velho “culpado” aparece: o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O conjunto de leis chega aos 20 anos no dia 13 de julho em meio a críticas e elogios. Como legislação, é considerado exemplar. Mas sua execução falha e a fama de estimular a ação de menores infratores o deixam muito longe da unanimidade.


O Brasil está perto do topo dos países do mundo que mais adiam a punição aos infratores. Poucas nações, a maioria sul-americana, esperam que um jovem complete 18 anos para puni-lo legalmente. “O ECA é um incentivo à penalidade”, diz o advogado Gilberto Pereira da Fonseca, representante da família do menino João Hélio, morto no Rio de Janeiro em fevereiro de 2007 ao ser arrastado pelo carro roubado de sua mãe. Um menor de 16 anos participou do crime, ficou detido até completar 18 anos – e ganhou a liberdade com direito a proteção policial, mais tarde retirada. Não foi o ECA, porém, que definiu a maioridade penal em 18 anos. Ela é estabelecida pela Constituição de 1988 e já estava na Lei Magna anterior. São os artigos 228 da Constituição e 27 do Código Penal que asseguram a inimputabilidade aos menores de 18 anos. No Brasil, o título de eleitor pode ser obtido aos 16 anos.


Criado como lei complementar à Constituição, o ECA contou com uma comissão de redatores composta de procuradores de justiça e pedagogos, entre outros. “O que o Estatuto fez foi tentar assegurar, por um conjunto de leis, o bem-estar e os direitos das crianças e dos adolescentes”, diz Fernanda Lavarello, coordenadora da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente, Fábio Feitosa, presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, diz que o Estatuto já é duro o suficiente. “Ele estabelece que a partir de 12 anos o adolescente já pode ser privado de liberdade, por no máximo três anos”, diz ele.


Antes do ECA, a legislação sobre menores no país era meramente punitiva. O Código de Menores criou, em 1927, as chamadas colônias correcionais, para onde eram encaminhados os jovens infratores. A partir do Estatuto, o Estado passou a garantir direitos – e também as punições. A garantia de saúde, educação de qualidade e lazer, muitas vezes, fica apenas no papel. Para especialistas, ao reduzir o ECA à discussão sobre a maioridade penal, a sociedade desvia o foco e deixa de cobrar sua execução. “Só uma pequena parcela dos jovens comete crimes. O Estatuto não é o culpado porque, se ele fosse cumprido, muitos crimes não aconteceriam”, afirma Fernanda Lavarello.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

PAIXÃO DE CRISTO 1995

VOCÊ CONHECE ESSA TURMA HOJE?

[caption id="attachment_370" align="alignleft" width="590" caption="Foto: Arquivo pessoal de Didi Toscano"][/caption]

FLORÂNIA - pelo saudoso Pe. Sinval Laurentino


FLORÂNIA


Nome de flor
Mufumbais odorantes
Variegados
Painel de verdura policroma

Visão encantadora
Sedução e graça
Bugio vermelhos
Alvacentos, róseos

Variados e viçosos
Formavam o manto
Das serras
Do Periquito e Livramento

Na paisagem sertaneja
E serrana
O bugi derramando beleza
Seu primeiro habitante

De flores veio florânia
Dando a graça
De um ramalhete permanente
Definiu Câmara Cascudo.

Pe. Sinval Laurentino, 1978



Foto: Pe. Sinval - Arquivo do site da PMF

Fonte do texto: www.inforside.com.br


Foto:Flores de um Flamboyant  em frente a Junta de Serviço Militar- por Junior Galdino

FRESE DO DIA

“Eu continuo a ser uma coisa só: um palhaço, o que me coloca num nível mais elevado do que o de qualquer político.”(Charles Chaplin)

NOSSAS PROCISSÕES






AS PROCISSÕES DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS E DE SÃO SEBASTIÃO(Patrimônio Imaterial das COISAS DE FLORÂNIA)


As procissões de FLORÂNIA, em especial a de encerramento da Festa de Nossa Senhora das Graças e de São Sebastião, transparecem um significado intenso para o povo floraniense fiel em suas crenças, que materializam em reza, orações, pedidos, agradecimentos, cânticos e suor a caminhada do Povo de Deus rumo à casa do Pai. Diante dessa manifestação de FÉ, resta, aos que não podem fazê-la, um profundo olhar de contemplação. Essa caminhada torna-se a representação simbólica dos passos de Jesus que igualmente percorreu, em procissão, as ruas estreitas de Jerusalém rumo ao calvário, nos presenteando com a salvação completa da humanidade.


Por Junior Galdino


Você Sabia?


Na Bíblia, no Antigo Testamento são relatados diversas procissões: (Josué 3,5-6, Números10, 33-34, Josué 6,4, Josué 3,14-16, Êxodo 25, 18-21, Josué 4, 4-5, Josué 4,15-18)


 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

FRASE DO DIA

"Se exagerássemos em nossas alegrias como fazemos em nossas perdas, nossos problemas perderiam toda sua importância." (Autor desconhecido)

ÉTI.........

FLORÂNIA "DE TODOS OS SANTOS"



Durante uma viagem à capital baiana, Salvador, no ano de 2003, quando destinava-me ao Mercado Modelo e ao Centro Histórico de Salvador, olhando pela janela do táxi, tive uma surpresa. Avistei uma placa que indicava um estabelecimento comercial no ramo das flores, era a FLORICULTURA FLORÂNIA. Fiquei curioso, mas não tive tempo para voltar e tentar conhecer a história daquele estabelecimento e o porquê do nome Florânia.


Quando cheguei de viagem procurei na internet e encontrei o site da floricultura, você pode fazer compras de flores....on line.


A empresa identifica-se assim:


"...Florânia, há 30 anos, se iguala à beleza das flores e traduz aquilo que a natureza faz belo! Expressão, beleza e encanto!Florânia tem sempre a natureza como princípio básico desde o início da sua existência."

Acesse www.florania.com.br e visite AS COISAS DE FLORÂNIA NA TERRA DE TODOS OS SANTOS.


Foto e texto por Junior Galdino


O JOGO DOS 7 ERROS(2ª Parte)

"A gente precisa sentir que a vida é importante, que é preciso haver fantasia para poder viver um pouco melhor."(OSCAR NIEMEYER)


Foto: Junior Galdino

TRABALHO CIENTÍFICO - Com Quantas Ave-Marias Se Faz Uma Santa?

Trabalho apresentado ao GT Mídia Audiovisual, no XII Colóquio Internacional de Comunicação para o Desenvolvimento Regional.


Com_quantas_ave-marias_-_Albery_e_Adriano


Foto: Junior Galdino

UMA DECLARAÇÃO DE AMOR PELAS COISAS DE FLORÂNIA

"Catucando" a internet em busca de floranienses ausentes, "arrudiei pelo oitão" de um link sobre turismo, "daqueles que o povo vem de fora para tirar foto da gente", "esbarrei de testa" numa DECLARAÇÃO DE AMOR PELAS COISAS DE FLORÂNIA, escrita por um "caboco bom lá das brenhas" da Serra do Cajueiro e que teve que partir desta terrinha árida e quente, mas que nunca esqueceu o cheiro e as cores das COISAS DE FLORÂNIA.


Procurei na "mala veia" das nossas imagens e encontrei: uma imagem que mostra em primeiro plano o tão falado e cobiçado PARQUE DA CIDADE e ao fundo, em cima da serra(na primeira planície antes de chegar na chã), uma pequeníssima casinha branca onde está localizada justamente o antigo sítio dos Alejados e do Muniz escrito na declaração abaixo.


­­­­"Sou filho de Florânia, remanescente caboclo da serra do cajueiro, sitio dos aleijados, na primeira planície antes de chegar na chã. Orgulho de falar desta terrinha amada de bugis florais e relevo montanhoso; de ar puro e gente hospitaleira, alegre e festiva; pra uma reunião de amigos virar festa, basta passar por ali, Severino Rosendo, Chico de Fortuna, Maria josé, Miguel Calistone, Damião, João de Emídio, Antonio Dois Ouros, Segundo Sanfoneiro ou qualquer um destes cidadãos de garganta boa e dedo afiado; Figura comum no nosso município. Ohhh! Terrinha boa caba véi... De tudo se faz uma fuzaca!!! Até uma piada é motivo de euforia geral. É por isso que quem é de Florânia tem coração quente e, quem não é e visita, se esquenta também. Declaro aqui, meu eterno amor por Florânia e sufrágio de apoio as pessoas que a publicam, divulgam disseminam esse maravilhoso recanto de prados e sonhos mil, que encanta e fideliza os seus e os que o conhecem! "...Mais se Florânia terminar, juro por Deus que vou chorar! Choro de emoção, Florânia é terra do meu coração!!!"
Por: João Rosendo


Foto: Junior Galdino

TOCOU DEMAIS NA DIFUSORA DA PREFEITURA





GOTEIRA - Uma explicação científica

A GOTEIRA é um problema relacionado à falta de impermeabilidade esperada de um material em relação à água, principalmente a que ocorre em telhados mal-acabados ou danificados(por gatos, pedra..), e que se percebe em épocas de chuva.


O nome do fenômeno é relacionado com gota, a porção média em que as moléculas de um líquido costumam se reunir ao serem atiradas ou jogadas do ar (em quantidade macroscópica).


A goteira faz até parte do cancioneiro popular brasileiro.


Quem nunca cantou o refrão da música PINGA NI MIM, de Sérgio Reis?


"Nesta Casa Tem Goteira
Pinga Ni Mim, Pinga Ni Mim, Pinga Ni Mim
Nesta Casa Tem Goteira
Pinga Ni Mim, Pinga Ni Mim, Pinga Ni Mim"


Trocando em miúdos: O INVERNO CHEGOU. GRAÇAS A DEUS!!!"


Texto e foto por Junior Galdino

AS COISAS - Quem é que pode explicá-las?

Lógica e razão são COISAS DA TERRA. Eu divido as coisas da terra, coisas do universo e coisas da coisa. E as coisas da coisa, minha filha, essas é que são o negócio, entende? Quem é que pode explicá-las? Raul Seixas




Foto: junior Galdino

UM OUTRO OLHAR SOBRE AS COISAS DE FLORÂNIA


O mais belo luar das COISAS DE FLORÂNIA.


Vista do Santuário das Graças em noite de lua, fotografada por Junior Galdino direto da Capela da Cruz de Zé Leão.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

FRASE DO DIA

“Sou um homem pacífico;


Deus sabe quanto amo a paz.


Porém, espero jamais ser tão covarde que confunda opressão com paz.” (Kossuth)



Foto:Junior Galdino

VAMO ÇYRIR!!!


DUVIDO VOCÊ CONSEGUIR!

AGRADECIMENTO PARA UM AMIGO


Nós, Domingos Toscano e Junior Galdino, reponsavéis por este blog agedecemos de coração a WENDEL MARCUS, pela Criatividade, Inteligência, Amizade e Paciência.


Wendel é responsável pela arte/design das Coisas de Florânia, Inforside, Bloco Muído................


Que o nosso bom Deus lhe abençoe ainda mais.


Muito obrigado!

O CASO JOSÉ LEÃO - 133 Anos Depois


Flamília Souza Leão-Monte Alegre/RN - Foto:Junior Galdino

O caso José Leão

Deixou marcas na cidade


Muita gente ainda lamenta


Tamanha brutalidade

Ceifaram a vida de um homem

Foi  pura perversidade.




A história todos conhecem

Não vou aqui repetir

Pois passado mais de um século

A fé teima em insistir

Que ele atende as súplicas

Daquele que lhe pedir.






Como as cinzas de uma coivara

Sua história adormecia

Mas Padre Carlos falou

De uma pista que surgia

Alguém da sua família

Lá no Piauí vivia.




Junior Galdino e Ana Maria

Outros “Leão” encontraram

Visitaram esse povo

E a eles convidaram

Para visitar Florânia

E a data combinaram.




Foi no ano 2010

No mês de São Sebastião

O nosso povo recebia

A família Souza Leão

Uns com desconfiança

Outros com admiração.






Numa manhã de domingo

Formou-se uma romaria

Cantando e rezando credos

Uma multidão seguia

Em busca de uma capela

A fé esse povo unia.






Ao chegar lá na capela

Num momento de oração

A família do Beato

Causou grande comoção

Quando recebeu do povo

A relíquia de um carvão.






Teve gente que sentiu

Uma grande emoção

Pois bem na hora da missa

A chuva molhou o chão

Como que quisesse apagar

O fogo de tal carvão.



Ao centro Toinha de Duvalino a sua esquerda Pe. Carlos - Foto: Junior Galdino

Toinha de Duvalino

Bisneta de João Porfírio

Pediu perdão aos “Leão”

Por causa desse martírio

Trazendo pros nossos olhos

O alívio de um colírio.




Depois que tudo passou

Eu fiquei a meditar

Isso aconteceu em Flores

Já não há como negar

Mas poderia ter sido

Em qualquer outro lugar.




Como descendente de Toscano

A Jesus peço perdão

Por tamanha injustiça

Praticada nesse chão

E suplicando eu peço

A benção de Zé Leão.

Domingos Toscano (Didi)

Florânia – RN , janeiro de 2010.

Porque Preservar o Patrimônio Histórico e Cultural


Foto: Junior Galdino


Discute-se muito hoje a necessidade de preservação do Patrimônio Cultural, valorização do passado e memória coletiva das cidades; não só na arquitetura, mas em diversas áreas do conhecimento humano.
O Patrimônio Arquitetônico representa uma produção simbólica e material, carregada de diferentes valores e capaz de expressar as experiências sociais de uma sociedade.
Mas, com o rápido e desordenado crescimento das cidades brasileiras, com uma progressiva perda e descaracterização do Patrimônio Histórico, nos faz refletir acerca da constante necessidade de transformação dos espaços urbanos, paralelo às implicações referentes à qualidade ambiental e preservação do patrimônio construído.



 Foto:Junior Galdino


Nossas cidades não são locais onde apenas se ganha dinheiro, não se resumem em ser apenas dormitório para seus habitantes. Nela vivem seres humanos que possuem memória própria e são parte integrante da nossa história. Por esse motivo, não passa despercebido pelos habitantes das cidades à destruição da casa de seus antepassados, de antigos cinemas, bares, teatros e outros prédios históricos...
Passado a euforia do modernismo, o homem se volta para a busca de seu passado, de suas memórias. Essa busca vem do anseio de uma civilização dominada pela técnica que deseja voltar seus olhos para o passado. Uma espécie de saudade da época em que nossas cidades eram mais humanas, em que o homem tinha mais tempo para refletir sobre seu destino.



Construção da Matriz de São Sebastião - início do século XX ( Acervo de Dona Dinucha- in memorian)


Assim, a memória coletiva das cidades está em seus velhos edifícios. Eles são o testemunho mudo, porém valioso, de um passado distante. Servem para transmitir às gerações posteriores os episódios históricos que neles tiveram lugar e também como referência urbana e arquitetônica para o nosso momento atual. Preservá-los não só para os turistas tirarem fotos ou para mostrar aos nossos filhos e netos, mas para que as gerações futuras possam sentir “in loco” a visão de uma cidade humana e como se vive nela. Para terminar, parafraseio um importante historiador: “Uma cidade sem seus velhos edifícios é como um homem sem memória”.
Por: Eder Santos Carvalho

O JOGO DOS 7 ERROS (1ª parte)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

MARIA DAS GRAÇAS PEREIRA CRUZ



 

"Eu vejo Deus"

Eu vejo Deus,
No horizonte da tarde que se finda
Eu vejo Deus no céu, na amplidão dos ares
Eu vejo Deus na terra, e no sol que a ilumina
Eu vejo Deus nas ondas mansas que acalenta os mares

Eu vejo Deus
No olhar, no sorriso de uma criança
No velho, no moço, na jovem e na candura
Eu vejo Deus
Na paz, no amor, na esperança
Eu vejo Deus na colina, na fonte e nas alturas
Eu vejo Deus
Na verdade, na alegria,
Na dor e na tristeza
Eu vejo Deus no céu, nas águas, nos pássaros e na flor
Eu vejo Deus em toda natureza
Eu vejo Deus no amor

Mª das Graças P. Cruz

ANA MARIA DE AZEVÊDO SOUZA


Minha cidade

                            a Florânia

Minha cidade velha, cidade sorridente
Casas cercadas por serras,
Que sorriem para as suas flores
A prefeitura e o prédio mais bonito
A igrejinha branca, um mar de santidade

De um lado e outro, rios a cercam
Sempre periódicos, sempre vazios

Bem de longe, um pequeno monte
Preces, sonhos, promessas, orações
De um lado Santana
Do outro Cajueiro
E assim, mais serra
Mais sertão

Um carro rola pela rua
Movimento a noite, na pracinha
Casais murmuram amores
Nas calçadas, velhotes falam de políticas
E os jovens do próximo baile

Minha cidade velha, tão nova
Que o progresso ainda não arrasou
Que ainda possui crianças brincando nas praças
E andorinhas à tardinha
Tudo cheio de flores
Sino na Ave Maria...
Minha cidade velha, Oh! Cidade minha!

Ana Mª Azevedo